O trabalho jornalístico está no terreno.
A turma está a trabalhar na simulação de um telejornal. Para isso os alunos terão de construir notícias, "sair" para pontos de reportagem, realizar uma entrevista e construir um comentador televisivo. Além de tudo isto, ainda terão de dar resposta a duas cartas do "correio do leitor".
O trabalho está em curso. Os jornalistas estão empenhados!
Modelos jornalísticos:
- O Texto de Opinião é um modelo de texto difícil, pois exige informação e opinião sobre o que nos rodeia. Aqui ficam alguns exemplos, realizados pelos alunos:
A Criminalidade e a aplicação de pena
Várias pessoas escolhem o crime, por motivos que ainda não sabemos, mas que podemos tentar procurar.
Facilmente, apontaríamos como causa da criminalidade as doenças psicológicas, mas será só isso? Claro que podemos também falar de outras questões sociais: dificuldades económicas, perturbações do ambiente familiar, etc.
Mas como se poderá controlar o crime? Será que quem pratica os crimes merece pena de morte ? Essa é a questão que todos nós nos colocamos.
Será que roubar um pacote de amêndoas merece prisão e violar trinta raparigas merece ficar com pena suspensa ou mesmo prisão domiciliária? Será que o mesmo crime é diferente de país para país?
A pena de morte devia ser aprovada e aplicada, e deviam manter-se as penas de serviço comunitário ou até mesmo de prisão perpétua.
Hoje em dia, a justiça funciona muito mal, pois, todos os dias, vemos nos jornais e telejornais a aplicação de penas que nos surpreendem: pequenos crimes que levam penas elevadíssimas e grandes crimes que levam penas baixas. Tudo isto se deve ao facto de as leis não estarem adequadas, dos processos que se arrastam anos, da falta de provas, etc.
Ao ler os jornais, não paramos de nos espantar por um lado com a frieza e crueldade do ser humano e por outro com a ineficiência da justiça.
Vanessa
A pena de morte é um tema que gera muitas opiniões contraditórias.
Esta medida era aplicada noutros tempos, mas ainda há países que a utilizam, Portugal não é um desses casos.
A medida era aplicada, quando se cometiam crimes, como por exemplo: espionagem, adultério, estupro e corrupção, etc. Em muitos casos a única forma de a evitar era não cometer crimes.
Claro que, quando uma pessoa comete um crime, deve ser devidamente castigada, mas ninguém tem o direito de tirar a vida a alguém.
Talvez essa medida reduzisse os criminosos para um número menor, mas, se as pessoas vão para a prisão por cometerem um crime, o tempo que lá ficam pode servir para alterar as pessoas, torná-las melhores!... não é esse o objectivo das prisões? Todos têm o direito de se arrepender e mudar. Toda a gente muda.
Se uma pessoa matar e se arrepender, não irá querer que lhe façam o mesmo, mesmo que a família revoltada da vítima o quisesse. Se essa família ficou triste com a violência que tinha sofrido, não irá querer que outra pessoa passe pelo mesmo.
Este é um tema que dificilmente reunirá consenso, mas que nos leva a pensar no valor da vida humana e na forma de travar a crescente onda de violência.
Sara
Obrigada pela contribuição! Temos de continuar a melhorar!!!

Sem comentários:
Enviar um comentário